O Que Devemos Conhecer Sobre Os Anjos?

Os anjos são seres espirituais que foram criados todos de uma só vez aproximadamente entre a criação do universo e a terra, como descrito em Gênesis 1:1. Os anjos não são eternos, porém, são imortais e conforme a própria Bíblia, são numerosos, ex: DT 33:2; 1º RS 22:19 e LC 2:13.

Etimologia: Em hebraico, a palavra “anjo” é malakh; em grego, aggelos e se pronuncia “angelos”, e significa “mensageiro”. No latim foi usado o termo “angeo” e passou a significar “anjo” em português, por isso que a doutrina que estuda os anjos se chama Angelologia.

Os anjos foram criados para adorar a Deus e são classificados como anjos bons e anjos caídos. Os anjos bons são descritos na Bíblia como “espiritos ministradores, enviados para servir a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb 1:14). Esses anjos nos acompanham 24 horas, protegendo-nos, encorajando-nos e nos ajudando.
Nesses últimos dias, a busca pelo conhecimento dos anjos tem aumentado, o que desperta nas religiões asiática um investimento na propagação de velhas fabulas com respeito a esses seres. Na curiosidade de conhecer esses seres, muitos até adoram eles sem contudo saber o perigo que estão incorrendo. Os anjos bons não aceitam adoração dos homens, pois foram criados para a adoração a Deus conforme Ap 4:8. Quando o apóstolo João quis adorar um anjo por conta do êxtase da visão que havia recebido, vejamos o que o anjo lhe disse “Prostei-me (aqui é o evangelista João) ante os seus pés (aqui é o anjo) para adorá-lo. Ele (o anjo bom), porém, me disse: Vê, não faças isso; sou conservo teu e dos teus irmãos que mantêm o testemunho de Jesus; adora a Deus. Pois o testemunho de Jesus é o espirito da profecia.
Essas informações são de grande relevância, pelo fato de sabermos que em algumas igrejas denominadas “evangélicas” estão se enveredando em práticas antibíblicas com relação aos anjos; tem igreja que tem colocado trono para anjo, outras tem adorado anjo e assim vai.
Que Deus nos guarde de esquecermos da sua Palavra e passarmos a dar primazia para aqueles que assim como nós são criaturas.
Por: Luiz Flávio Curvelo